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Recado 42459: paródia para o dia do cego, confira e compartilhe 13 de dezembro de 2019, 11:07

Postado por Vagner Apraz


Oi gente, tem vídeo novo no canal, nesse dia do cego, nada melhor que uma paródia para conscientizar,
Gostou da ideia? Acesse agora, compartilhe e aproveite para si inscrever e conferir os outros vídeos....
Espero você lá....
https://www.youtube.com/watch?v=tV7FpHAd1rE

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Recado 42455: Informação 01 de dezembro de 2019, 2:42

Postado por Edimael

Alguém pode me indicar algum app que ler legenda em fotos e descreve a mesma??? Obg e grato por quem me ajudar. Ah, pode ser pago o app!.
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Recado 42451: SBT pretende tirar Fofocalizando e Casos de Família do ar e colocar atração de peso no lugar – TV Foco 22 de novembro de 2019, 16:00

Postado por João Batista Oliveira Marques

O SBT está estudando a possibilidade de tirar os vespertinos Fofocalizando e Casos de Família do ar no mês de janeiro de 2020, com o objetivo de descansar os formatos. A informação foi dada em primeira mão pelo site Na Telinha e de acordo com a publicação, o motivo das férias aos programas se deu devido aos baixos índices de audiência que garantem às atrações o 3º lugar, atrás da Globo e Record, além deles serem repletos de polêmicas e críticas.
Segundo apurado pelo Na Telinha, a ideia ainda está em fase de estudos e nada foi informado às respectivas produções. Caso a informação seja confirmada, a programação do SBT sofreria algumas alterações: o Bom Dia Brasil ganharia mais tempo e o Cinema em Casa, sessão de filmes que está fora do ar desde 2011, voltaria. Além destes, novelas e séries da Nickelodeon também foram cotadas para cobrir as faixas horárias.
A princípio, retirar os programas do ar é uma decisão para o mês de janeiro, mas caso os substitutos obtenham um índice de audiência maior, o Fofocalizando e o Casos de Família seriam adiados novamente. De acordo com a publicação, não se cogita no SBT extinguir nenhuma das duas atrações.
O principal motivo, como já dito anteriormente, do SBT estudar a retirada dos programas se deu pela dificuldade que o canal enfrenta em emplacar na audiência, sofrendo sucessivas derrotas para a Record; a emissora de Silvio Santos ocupa a vice-liderança durante boa parte do dia, principalmente pela manhã. A ideia é estudar uma contrapartida para vencer a concorrente e aproveitar o momento de fragilidade da Globo, que das 14 às 15 exibe o Se Joga e perde a liderança para a Record. De acordo com o Na Telinha, o canal cogita exibir filmes antes da Sessão da Tarde começar, o SBT prepara um pacote com longas de apelo para o primeiro mês do ano.
Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o Casos de Família “tira férias”. Em janeiro de 2011, o programa de Christina Rocha foi afastado e deu lugar ao Cinema em Casa, época em que o SBT estreou sua programação de verão. Dois anos depois, a atração ficou fora do ar por quase três meses para que o canal estreasse o Quem Convence Ganha Mais.
Procurado pelo NaTelinha, o SBT disse que nenhum dos programas sairá de férias.
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Recado 42450: Gugu Liberato: tudo sobre o acidente do apresentador de 60 anos 22 de novembro de 2019, 15:44

Postado por João Batista Oliveira Marques

Na tarde de quinta-feira (22), foi noticiado que Gugu Liberato havia sofrido uma queda em sua casa, em Windermere, Orlando, na Flórida, e foi levado ao hospital em estado grave. Reunimos as principais informações sobre o estado de saúde do apresentador de 60 anos. A queda sofrida por Gugu aconteceu quando ele chegou em sua casa, na quarta-feira, onde ficaria por 5 dias de folga, e foi checar o ar condicionado, localizado no sótão do imóvel. De acordo com informações obtidas por repórter da Quem, direto de Orlando, o piso cedeu e o apresentador caiu no chão da cozinha, no andar de baixo, machucando os dois lados da cabeça.
A reportagem da Quem também apurou, com pessoas próximas a ele, que Gugu havia chegado em casa apenas meia hora antes da queda ocorrer. Tanto a mulher, Rose, quanto os filhos, João Augusto, Sofia e Marina, estavam em casa quando o acidente aconteceu.
A assessoria de Gugu emitiu um comunicado oficial na noite de ontem informando que ele está vivo e sendo tratado na UTI do hospital. Sua mãe, Maria do Céu, de 90 anos, estava no Brasil e viajou até Orlando para ficar ao lado do filho. Ela chegou ao local em uma cadeira de rodas, bastante abalada. Além dela, amigos da família, a mulher e os filhos, visitaram o apresentador. Nas redes sociais, amigos e colegas de trabalho de Gugu se manifestaram, pedindo orações ao apresentador e força para a família. Angélica, Otávio Mesquita, Eliana, Celso Portiolli e mais artistas lamentaram o ocorrido e demonstraram a torcida para a recuperação.
Nesta sexta-feira, será emitido um boletim oficial, atualizado, sobre o estado de saúde de Gugu, apenas após autorização da família. Segundo leis da Flórida, João Augusto, filho mais velho do apresentador, com 18 anos, é a pessoa que tem o poder de tomar decisões sobre o tratamento médico na impossibilidade do próprio paciente decidir. Como Rose e Gugu não têm a união oficializada, legalmente ela não pode tomar decisões sobre o tratamento.
Confira abaixo o comunicado da assessoria pessoal do apresentador, na íntegra.
"Nesta quarta-feira, 20, o apresentador Gugu Liberato sofreu um acidente (uma queda) em sua casa em Orlando e encontra-se internado em observação. Gugu está na Unidade de Terapia Intensiva e vivo, sendo acompanhado pela equipe médica local. As informações que circulam sobre uma suposta morte do apresentador são inverídicas.
Os familiares de Gugu chegaram a Orlando por volta das 19h30  desta quinta-feira e irão conversar pessoalmente com a equipe médica. De acordo com os procedimentos do hospital, somente amanhã, sexta-feira, um boletim médico será divulgado primeiramente à família. Assim como todos os familiares, amigos, fãs e profissionais de imprensa, estamos confiantes em sua recuperação e agradecemos as manifestação de apoio. Voltaremos a informá-los. Contamos com a compreensão de todos."
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Recado 42448: TENDÊNCIA & INOVAÇÃO. Versão genérica da inteligência artificial pode pôr máquina contra o homem? 21 de novembro de 2019, 14:19

Postado por João Batista Oliveira Marques

A Microsoft anunciou, no fim de julho, um investimento de US$ 1 bilhão em um laboratório cujo objetivo principal pode nunca se concretizar. Mas, com esse dinheiro todo, já dá para imaginar que o produto em questão deve ser bem valioso. Trata-se da inteligência artificial genérica.
O OpenAI, criado por Sam Altman e Elonk Musk (que já saiu da sociedade para se dedicar aos seus outros projetos, como a Tesla), é um dos laboratórios à frente da corrida por esse tipo de inteligência artificial, mais conhecida pela sigla em inglês AGI (artificial general intelligence). A ideia é criar um sistema capaz de realizar qualquer tarefa cognitiva que um ser humano realiza. O próprio laboratório reconhece que essa possibilidade ainda é incerta, mas se propõe a pensar no futuro de maneira que a AGI, se concretizada, seja "benéfica para todos". Por enquanto, a inteligência artificial que rege os algoritmos que dirigem um carro autônomo ou sugerem um vídeo extremista no YouTube, por exemplo, ainda é bastante limitada a uma única tarefa. Em poucas palavras, ela não é inteligente para tudo, só para aquilo que foi programada para fazer. Onde está, então, essa diferença entre os humanos e os computadores, essencial para desenvolver o que propõe a AGI? Em 1986, o matemático Giancarlo Rota se questionou "se um dia a inteligência artificial vai cruzar a barreira do significado (ou do sentido)". Em inglês, ele usa a palavra meaning.
Diferentes pesquisadores usam termos variados para descrever essa linha ainda intransponível entre um computador e um ser humano. Rogério Figurelli, professor de cursos online do Massachusetts Institute of Technology (MIT), prefere usar, em português, a palavra consciência.
"Eu propus uma equação: sabedoria é inteligência elevada à consciência", diz ele, que pesquisa IA desde a década de 1980 e fundou a Trajecta, empresa de inteligência artificial e robótica. "Não adianta ter uma máquina extremamente inteligente, mas na hora de tomar uma decisão ela não tem a consciência daquilo. Talvez isso nunca aconteça."
E nem é uma questão apenas de tecnologia. Hoje, a ciência ainda não é capaz de explicar como é formado um pensamento, qual é o neurônio ou o estímulo inicial para surgir uma ideia na nossa cabeça. Como é então que seríamos capazes de transferir essa capacidade para uma máquina?
"Inteligência geral é um termo muito abstrato, mas sabemos que, da forma que é nos seres humanos, as máquinas ainda não têm. O que houve nos últimos anos foi um progresso muito grande na inteligência específica", observa Figurelli. Hoje, um software consegue reconhecer com muito mais velocidade do que um ser humano a autenticidade de uma pintura de Jackson Pollock, por exemplo.
Autora de "A Inteligência Artificial irá Suplantar a Inteligência Humana?", Dora Kaufman também desconfia da possibilidade de a IA conseguir chegar ao mesmo nível do cérebro humano. Ela soma à discussão, ainda, um passo além: o conceito de singularidade. Considerada pelo diretor do MediaLab do MIT, Joichi Ito, como "a religião" de alguns dos tecnólogos do Vale do Silício, seria o ponto de virada dos computadores, o momento a partir do qual a inteligência das máquinas vai ultrapassar a humana.
"Não existe consenso nem sobre o presente nem sobre o futuro da IA. Como também não existe uma definição de \'inteligência\' universal", afirma Dora, que é pesquisadora do grupo Atopos, da ECA (Escola de Comunicação e Artes da USP). "Por enquanto, vamos nos concentrar no que podemos entender e chamar o restante de aleatório, divino ou simplesmente de especulação mais apropriada ao arbítrio da ficção científica do que ao da ciência."
Aposta de mercado. Como aponta o New York Times, nos últimos anos, "uma comunidade pequena, mas fervorosa" de pesquisadores de IA começou a apostar na possibilidade de criar a AGI. E mesmo que esses planos ainda apresentem ares de ficção científica, há muito dinheiro investido. Além da Microsoft, há também o exemplo da Alphabet (dona do Google), que comprou o laboratório DeepMind em 2014.
Ainda que os investimentos não estejam gerando retorno -- o DeepMind perdeu US$ 572 milhões apenas no ano passado --, as pesquisas só aumentam. Em artigo na Wired, o cientista e professor da New York University Gary Marcus argumenta que as perdas financeiras são consideráveis, mas elas não devem servir para desanimar as pesquisas na área, mas refletir se o foco está certo.
"Pesquisadores de aprendizado de máquina costumam perguntar: \'Como as máquinas podem otimizar problemas complexos usando quantidades enormes de dados?\'. Mas podemos também perguntar: \'Como as crianças adquirem linguagem e compreendem o mundo, usando menos energia e dados que os atuais sistemas de IA?\'. Se nós gastarmos mais tempo, dinheiro e energia nessa última pergunta do que na primeira, talvez a gente chegue à AGI bem mais cedo", escreve Marcus.
Mesmo sem estar nem perto de alcançar o objetivo de criar uma inteligência artificial genérica que seja segura, o DeepMind e o OpenAI já conseguiram avanços. Em 2016, o sistema AlphaGo, do DeepMind, venceu o melhor jogador do mundo, o coreano Lee Se-Dol, em um torneio de cinco partidas do jogo milenar Go. "Do ponto de vista técnico, naquele momento, essa era a próxima fronteira em jogos", explica Rodrigo Nemmen, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP. "E jogos costumam ser laboratórios para testar a inteligência."
O feito assustou inclusive pesquisadores da área, que previam que a inteligência artificial só conseguiria ganhar nesse jogo pelo menos uma década mais tarde. Isso porque o Go demanda, além de estratégia, intuição. "O número de possibilidades de posicionamento no tabuleiro em determinado momento excede o número de partículas no universo", dimensiona o astrofísico.
Exterminador do Futuro
Se já fomos surpreendidos com a capacidade da IA no Go, será que é mesmo prudente deixar as preocupações em relação à AGI de lado só porque ela ainda não é uma realidade possível?
Depende para quem você pergunta. Elon Musk e Mark Zuckerberg chegaram a protagonizar uma discussão sobre o tema. Enquanto o CEO do Facebook é otimista em relação aos benefícios da IA no futuro, o fundador da Tesla e da Neuralink -- empresa que se propõe a criar uma interface entre cérebros humanos e computadores -- chegou a tuitar em 2014 que a IA é "potencialmente mais perigosa que armas nucleares". Por outro lado, quem trabalha com o desenvolvimento dos sistemas no dia a dia costuma achar esse medo de uma máquina à Exterminador do Futuro irrelevante, ou até mesmo alarmista, pela ideia de que a "propaganda negativa" poderia frear os avanços da inteligência artificial.
"É como se preocupar com superpopulação em Marte", compara Figurelli, do MIT. "Pode sim acontecer, mas é algo muito distante. Dentro do que se conhece hoje, propor que alguma IA vai ter a capacidade do que propõem os filmes de ficção científica ainda é bastante utópico."
Grady Booch, cientista-chefe de engenharia de software na IBM Research e filósofo, é um dos grandes defensores de deixar os receios de lado. Em um TED visto mais de 3 milhões de vezes, ele chama esse medo de "distração perigosa", contesta e chega a dizer: "em último caso, é só tirar (os computadores) da tomada." O argumento central de Booch é que, criada por humano, a IA adquire valores e o conjunto de regras e leis humanas.
O filósofo vê isso de maneira bastante positiva, mas cabe se perguntar: e quando os valores humanos não são lá tão bons assim? É só observar os casos em que a IA reproduziu preconceitos humanos. E o problema não está apenas nas máquinas desenvolverem identidade e se voltarem contra nós. "As alterações podem ser infligidas, inclusive, por hackers alterando imagens ou trechos de textos, ou ainda introduzindo ondas sonoras", lembra Dora Kaufman. Já se fala, por exemplo, na possibilidade de os sistemas de carros autônomos serem hackeados com o objetivo de travar uma cidade.
Se você assiste a muita ficção científica e não consegue tirar esse receio da cabeça, quem sabe fique mais tranquilo ao saber que a OpenAI tem como principal objetivo criar IA colocando os seres humanos em primeiro lugar. Demis Hassabis, fundador da DeepMind, também demonstra cautela. "Nós precisamos usar esse tempo para nos prepararmos para quando as coisas ficarem sérias nas próximas décadas", defendeu ele em uma entrevista.
Por enquanto, há maior consenso em se preocupar com o que já está nos atingindo: não o Exterminador do Futuro, mas coisas mais corriqueiras, como os empregos que podem se tornar obsoletos pela IA.
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Recado 42447: Progresso da humanidade ‘Em 2045 o ser humano será imortal’, diz cientista 21 de novembro de 2019, 13:54

Postado por João Batista Oliveira Marques

José Luis Cordeiro, professor e assessor da Singularity Universirty, instituição acadêmica do Vale do Silício, EUA, criada em 2009 pela Nasa e financiada pelo Google, afirmou que no ano de 2045 a espécie humana será imortal. A declaração foi dada durante o encontro “Inteligência artificial e o futuro da espécie humana”, da Universidad Internacional Menéndez Pelayo, localizada em Santander, Espanha.
Segundo Cordeiro, nem a AIDS, nem o câncer e nem a fome poderão acabar com a espécie humana, porque “o envelhecimento é uma doença curável”.
Para fazer tais afirmações, Cordeiro se baseou em uma corrente cada vez mais difundida – e que fez eco na revista Time -, chamada “singularidade tecnológica”. Essa corrente ideológica aponta que o progresso tecnológico e inteligência artificial são as ferramentas que acabarão com a “idade humana” e originarão a “idade pós-humana”.
Com tais declarações, Cordeiro reafirma o que havia dito o inventor americano Ray Kurzweil, diretor de engenharia da Google e fundador da Singularity University. Kurzweil previu várias vezes que, em um determinado momento na história da humanidade, as máquinas seriam dotadas de consciência.
Segundo Kurzweil, em 2029, teremos dispositivos do tamanho de um computador, capazes de superar o nível de inteligência de um ser humano e, em 2045, algum software será capaz de assumir a inteligência combinada de todos os homens, bem como a complexidade de seus pensamento. Nesse ponto, um software poderá exceder a sofisticação do cérebro humano e provocar “a morte das mortes”.
“Entre 2029 e 2045, o número de transistores nos computadores superará o de neurônios em nosso cérebro. Esse será o início da singularidade tecnológica, quando a inteligência artificial alcançará a inteligência humana” afirma Cordeiro.
José Luis Cordeiro prevê ainda que nos próximos 10 anos, qualquer homem poderá ter acesso ao sequenciamento de seu genoma, por US$ 10. Dessa forma, prevenirá doenças como o câncer e o Alzheimer e “moldará” seus próprios descendentes evitando tais condições.
A veracidade de suas alegações dependerá do progresso da ciência e da tecnologia. Um exemplo dado pelo pesquisador de que “a vida nasceu para viver e não para morrer” vem de uma das realizações da Methuselah Foundation, instituição que, na última década, conseguiu prolongar a vida saudável dos ratos até cinco anos.
“O cérebro é a estrutura mais complexa do universo e também o único órgão que ainda não foi criado artificialmente. Entretanto, os cientistas estão começando a estudá-lo sistematicamente. Teremos uma explosão de inteligência artificial”, prevê Cordeiro.
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